Resumo – Culto de Oração 25/05/2016

RESUMO DO CULTO DE ORAÇÃO – 25/05/2016
Texto base: 1 Pe 2:11-12

“Amados, exorto-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências da carne, as quais combatem contra a alma; tendo o vosso procedimento correto entre os gentios, para que naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, observando as vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação.“

A bíblia nos ensina que temos três inimigos: a carne, o mundo e Satanás. Todavia, o mais feroz e perigoso é a nossa própria carne por causa da nossa natureza pecaminosa.

Davi após vencer seus inimigos externos foi derrotado pela sua própria carne, por sua concupiscência. A humanidade se corrompeu na pessoa de Eva devido ao seu desejo desenfreado e impróprio.

O apóstolo Pedro nessa passagem bíblica começa a preparar os cristãos a lutarem contra o inimigo mais perigoso e íntimo, nós mesmos, o próprio homem interior. As paixões carnais são os desejos impróprios decorrentes da nossa natureza pecaminosa. Em Gálatas 5:19 há uma lista exemplificativa dessas paixões e Pedro nos exorta a nos abstermos das mesmas porque elas se opõe ao nosso espirito (Gl 5:17):

“Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis”

A exortação do apóstolo ainda diz respeito ao fato dos cristãos darem o bom testemunho para o nome de Deus ser glorificado, mas isso só é possível se nos abstermos de alimentarmos os desejos impróprios da nossa natureza pecaminosa (concupscência). Todos aqueles que são convertidos (novas criaturas) podem controlar esses desejos. Todavia, não podemos subestimar esse inimigo tão íntimo, pois ele pode nos amarrar e nos levar a viver uma vida cristã medíocre.

A chave para obtermos vitórias em nossa caminhada e vida cristã é, exatamente, nos privarmos das nossas paixões carnais que nos levam a pecar e a prejudicar nossa santidade e consequentemente nosso relacionamento com Deus.

Muitas vezes subestimamos nossa natureza pecaminosa, nos achando forte demais e acabamos nos colocando numa situação de risco. Devemos fugir de situações que podem nos levar a pecar, assim como fez José do Egito. Daniel, por exemplo, se posicionou antecipadamente para não se contaminar com as iguarias do rei e nem com o vinho e com isso pecar (Dn 1:8).

Não devemos enfrentar a carne batendo de frente com a mesma, mas a forma adequada é deixando-a de alimentá-la para que seja enfraquecida e nosso espírito seja fortalecido. Só assim poderemos resistir firmes às tentações. Se mortificássemos nossa carne, a nossa vida espiritual seria progressiva, desenvolveríamos a nossa salvação (processo de santificação).

O desejo incorreto nasce e, se alimentado, culmina na prática do pecado. Não podemos brincar com esses desejos impuros. Só há um lugar a levar nossas concupiscência: à cruz de Cristo e crucificá-las lá.

A concretização das nossas paixões carnais nos colocam sob a ira de Deus e o principal fruto é a decadência moral. O que vemos no cenário político hoje do nosso país é reflexo da velha natureza humana decaída.

Entretanto, hoje, os salvos em Cristo, possuem a natureza de Deus, pois tem o seu santo Espírito habitando no seu interior e por isso devemos andar pelo Espírito, não satisfazendo os desejos da carne (Gl 5:16). Se temos problemas em certas áreas da nossa vida, devemos identificar nossas fraquezas e matar esse desejo que nos é inerente.

Outro fruto da satisfação das nossas paixões carnais é que ela nos leva a morte (Rm 6:23), bem como é oposição a vontade de Deus. Como filhos de Deus não devemos nos conformar com esses desejos impróprios que tínhamos no tempo da nossa ignorância (1 Pe 1:14).

Em Gálatas 5:21 a bíblia fala que aqueles que vivem na prática das obras da carne não herdarão o reino de Deus.

Pedro nos exorta, mostrando-nos que somos apenas peregrinos nessa terra e, portanto, nossas concupiscências não devem encontrar lugar em nossas vidas.

O que Deus quer de nós? um posicionamento quanto a essa questão como verdadeiros filhos de Deus, porque com a nossa carne (natureza pecaminosa) não se brinca. Paulo alerta a Timóteo para fugir de situações perigosas que poderiam levá-lo a cair. Não devemos vivenciar nossos relacionamentos a partir de nossos desejos impróprios carnais.

PREGAÇÃO: Pastor Hélio Damasceno

TEXTO: Wannah Fernanda

“Portanto dele, por Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja a glória perpetuamente! Amém.” Romanos 11:36

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